Kadosh
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O Governador Rodrigo Rollemberg juntamente com o novo administrador da cidade Estrutural Evanildo macedo visitou hoje (30) o Centro de Capacitação Profissional para conferir o andamento dos trabalhos .
     A expectativa para o Programa é a melhor possível. É um programa de grande revolução social. Existe  oportunidade de trabalho para quem mais precisa.
      O Programa Fábrica Social é uma iniciativa do GDF que visa promover cidadania para pessoas de baixa renda, inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CADÚNICO), como, por exemplo, o programa DF Sem Miséria ou Bolsa Família. Tem como principal objetivo a qualificação dos participantes para que eles estejam prontos para ingressarem no mercado de trabalho.

Inicialmente o programa beneficiará 1,2 mil participantes que serão instruídos e capacitados em bordado industrial; serigrafia; corte, costura e confecção de uniformes; corte e costura de laminados (material usado para fazer bolas esportivas); confecção de bolas e redes esportivas; operação e manuseio de máquinas e equipamentos industriais.
      O Programa atinge quem realmente tem necessidade, estamos garantindo que essas pessoas tenham acesso ao mercado produtivo.
      Todo o material produzido no Fábrica Social será doado para escolas públicas do DF, órgãos administrativos do GDF e entidades filantrópicas.

As Polícias Civil e Militar realizaram nesta terça-feira (27/01), uma mega operação na Cidade Estrutural em busca de traficantes de drogas. Helicópteros das duas Polícias e cães farejadores participaram da operação.

Até o momento dessa matéria foram 10 pessoas presas suspeitas de traficar drogas.

Governo cortou oito regiões administrativas; apenas 23 pessoas foram escolhidas para gerenciar as cidades

Foto: Ricardo Faria (MBB)
O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB) anunciou nesta terça-feira (20) todos oa responsáveis pelas administrações regionais do Distrito Federal pelos próximos quatro anos. O Distrito Federal possui, atualmente, 31 regiões administrativas e novo governo escolheu 23 administradores para gerenciar as cidades, oito a menos do que a gestão anterior.
A etapa de transição do governo tem sido turbulenta. Desde o fim do ano passado, os servidores da Saúde e da Educação, além dos terceirazados, têm prostestado contra o atraso de salário e 13º. O levantamento das contas do governo comprovou um rombo financeiro de aproximadamente R$ 3,8 bilhões de reais.
Confira a lista:
Estrutural – Evanildo da Silva Macedo Santos
Vicente Pires - Maria Celeste Rego Liporoni
Planaltina - Dinalva Cantallopes Sastre Ferreira
Riacho Fundo I - Irany Domingos Gomes
Recanto das Emas - Fábio Viana Ávila
Lago Norte e Varjão - Marcos Woortman
Gama - Maria Antônia
Santa Maria - Neri do Brasil
São Sebastião - Jean Duarte de Carvalho
Brazlândia - André Luis Queiroz Rosa
Samambaia - Claudeci Xavier de Miranda
Taguatinga - Ricardo Lustosa Jacobina
Sobradinho I - Divino de Oliveira Sales
Sobradinho II  e Fercal - Estevão Souza dos Reis
Riacho Fundo II - Francisco Vicemar Medeiros
Candangolândia, Park Way e Núcleo Bandeirante - Roosvelt Vilela Pires
Águas Clara - Patrícia Veiga Fleury de Matos
Guará e SIA - Edberto Silva
Paranoá e Itapoã - Eduardo Rodrigues
Brasília - Igor Tokarski
Sudoeste, Octogonal e Cruzeiro - Paulo Feitosa
Lago Sul e Jardim Botânico - Aldemir Chaves Paraguassu
Ceilândia - Renato Santana
Matéria do Jornal de Brasília

Informações preliminares dão conta de que trata-se de uma manifestação de moradores em protesto ao trânsito de caminhões pelas vias urbanas

Vários pneus pegaram fogo no início da manhã desta terça-feira (20/1) na entrada de uma das vias de acesso ao Lixão da Estrutural. O ato, realizado por moradores da região, aconteceu em protesto ao trânsito de caminhões nas vias urbanas.
 
O Corpo de Bombeiros foi acionado e apagou as chamas. Segundo o sargento da corporação Aécio dos Santos, havia dois focos que geravam risco. "O maior deles, estava próximo a um depósito de bujões de gás, então foi preciso apagar as chamas", justificou.

A passagem obrigatória para os caminhões deveria acontecer pelo anel viário construído pelo Governo do Distrito Federal (GDF) ao redor da região, mas poucos motoristas seguem as normas de circulação. Nas vias, há várias placas indicando ser proibido o fluxo de caminhões.
 
O empregador de gás Francisco Ferreira, 39 anos, confirmou que os caminhões foram o pivõ do protesto. Segundo ele, alguns vizinhos dele colocaram fogo nos pneus para impedir a passagem dos veículos.
 
"Eles (caminhões) passam na rua e não respeitam os quebra-molas, o limite de velocidade, deixam a rua suja. É um risco para as crianças e para os idosos que moram aqui", argumentou ele, que disse não estar envolvido na manifestação, mas que demonstrou apoio ao movimento.

Por: Paloma Suertegaray
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2015/01/20/interna_cidadesdf,467173/pneus-em-chamas-fecham-acesso-a-uma-das-entradas-do-lixao-da-estrutura.shtml
Administração do SCIA e Estrutural está abandonada pelo GDF, em pleno 20 janeiro de 2015 ainda não tem pessoal para trabalhar.

O descaso é total, e nós estamos jogados a traças pois não tem ninguém que possa resolver problemas da cidade Estrutural e SCIA.

Liguei para ADM do SCIA / Estrutural para denunciar que os caminhões de lixo estão passando por lugar proibido, a resposta que recebi foi a seguinte: "Não temos pessoal para trabalhar".

O Detran proibiu que veículos grandes circulassem pela avenida 9 de Julho por não ter estrutura suficiente para esse tipo de carro, pois existem trechos da via que são estreitos, que coloca em risco a vida de pessoas.

E infelizmente isso é só "UM" dos problemas entre tantos outros.

Por: Francisco Gelielçon da Silva
Estrutural On Line
No momento em que iam tentar levar o dinheiro que estava no cofre, os assaltantes foram surpreendidos pelo bombeiro aposentando Um dos quatro suspeitos de assaltar uma Agência dos Correios no centro de Taguatinga, ontem (7), foi preso na tarde desta quarta-feira (8) pela Polícia Militar na cidade Estrutural. Durante o crime, Francisco de Sousa Barros, sargento aposentado do Corpo de Bombeiros, foi morto com três tiros.  Durante a ação, as câmeras de segurança do estabelecimento estavam desligadas.

Segundo a polícia, os rapazes levaram R$ 22 mil e fugiram em uma moto roubada. No momento em que iam tentar levar o dinheiro que estava no cofre, os assaltantes foram surpreendidos pelo bombeiro aposentando. O militar atirou em um dos homens, que foi preso em flagrante e está no Hospital Regional de Taguatinga. Ele prestará depoimento assim que receber alta médica.
Entenda o caso
No início da tarde de ontem(7), quatro homens invadiram a Agência dos Correios e fizeram clientes e funcionários reféns. Enquanto eles recolhiam os pertences das vítimas e colocavam em uma mochila o dinheiro roubado, o bombeiro que estava em um estabelecimento próximo invandiu o local e discutiu com os assaltantes. Na confusão, Francisco foi baleado duas vezes –  no peito e na barriga.
Um dos bandidos, atingido por um tiro, foi pego pela Polícia Militar. O assaltante foi encaminhado para a 21ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga Sul, Central de Flagrantes da região. A policia disse que essa película espelhada da agência dos Correios pode ter atrapalhado a ação do bombeiro. Os bandidos conseguiam ver o que acontecia do lado de fora, mas quem estava na parte externa não via o interior do estabelecimento.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Obra do Aterro de Samambaia custará R$ 82 milhões; já multa pelo atraso chega a R$ 50 mi

A desativação do Lixão da Estrutural foi adiada novamente. Apesar do fechamento  ter sido determinado em 2007, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) ainda não foi multado pelo atraso. Após a sentença, o órgão teria quatro anos para desativar o lixão, mas já se foram sete anos e nada do Aterro de Samambaia começar a funcionar. Agora, a bomba pode estourar nas mãos do novo governo, que  deve arcar não só com os custos  da obra  do aterro, estimados em R$ 82,7 milhões, mas também com a  multa pelo atraso, que chegaria a R$ 50 milhões.
Além da autuação, o DF pode ficar impedido de adquirir empréstimos com a União. Segundo o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o prazo não foi cumprido devido à suspensão do edital para as obras do novo aterro.
“O problema não está na execução das obras. O que originou o atraso foi a suspensão do edital pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) para análise. A liberação só ocorreu mediante apresentação de liminar pelo SLU e, por isso,  as obras só começaram no final de outubro”, explica o órgão.
Segundo a pasta, as obras do aterro já estão 75% concluídas, mas ainda não há data definida para entrega. O governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB) afirmou  que o rombo nos cofres públicos do DF pode chegar a R$ 3,8 bilhões, somando gastos e contratos feitos e ainda não pagos, além de  riscos à prestação de serviços.  A estimativa é baseada na análise das finanças, levantada pela equipe de transição desde o resultado do pleito.
Enquanto catadores temem o encerramento das atividades no Lixão da Estrutural, que pode vir a deixar muitos deles desempregados, alguns moradores de áreas próximas ao Aterro de Samambaia lamentam sua chegada.
Futuro ainda é uma incerteza para catadores
O catador Wellington Silva, de 28 anos, afirma que não sabe o que fará quando o lixão for fechado. “Moro na Estrutural e trabalho ali há dois anos. Ninguém deu um prazo definitivo para o encerramento das atividades, mas acredito que será em breve. Não poderemos catar no novo aterro, mas mesmo que pudéssemos eu não iria, ficaria complicado para mim”, diz.
Marly Almeida, catadora, 27, conta que o último prazo dado para desativação foi dezembro.  “Depois disso ninguém disse mais nada. Acho que se fosse fechar agora, nós já saberíamos”, acredita.
Em Samambaia
Moradores da região escolhida para a construção do aterro discordam da decisão. Proprietários de uma fazenda próxima, que vivem há mais de 15 anos no local, terão que deixar as terras.
A costureira Ivanilda Machado, 58, pensa em se mudar. “A vinda de um aterro sanitário para cá mudará tudo”, lamenta.
Coleta seletiva segue em passos tímidos
A coleta seletiva também enfrentou problemas no primeiro ano de aplicação no Distrito Federal. Segundo catadores da cooperativa Recicle a Vida, de Ceilândia, ainda há  lixo molhado misturado ao seco e a culpa, segundo eles, nem sempre é da população.
“Muitas vezes, as pessoas separam o lixo, mas na hora de recolher os próprios funcionários do Serviço de Limpeza Urbana do DF misturam o conteúdo, pois recebem o pagamento por peso”, explica a catadora Maria Eneide Gomes, de 53 anos.
A catadora acredita que se o valor pago aos trabalhadores fosse calculado exclusivamente sobre o lixo seco, a situação poderia ser diferente. “Hoje, não existe fiscalização. Por isso, ao final de cada turno, sobra uma caçamba de lixo molhado, que passou pelas esteiras e não foi aproveitado”, disse. “No meio dos resíduos, é possível encontrar de tudo: lixo hospitalar, animais mortos, comida”, comenta a mulher.
Mesmo com os problemas enfrentados atualmente, ela acredita que a implementação da reciclagem no Distrito Federal elevou as perspectivas de sua classe. “Antes pagávamos para poder reciclar o lixo e hoje, ainda que misturado, o recebemos gratuitamente do SLU”, explica.
Apesar dos avanços, o Distrito Federal recicla apenas 8% do lixo produzido por mês. De acordo com pesquisas recentes, cerca de 30% do montante que chega às cooperativas não pode ser aproveitado.
Nacional
Números mostram, no entanto, que o processo de implementação da reciclagem é historicamente lento e gradual em nível nacional. A cidade de Porto Alegre, que recicla o lixo há 23 anos, por exemplo, reaproveita apenas cerca de 9% do total produzido mensalmente.
Versão oficial
Procurado, ainda na gestão anterior, o SLU não deu um prazo para a entrega das obras. “O lixão só será desativado após a entrega do Aterro de Samambaia. Não existem áreas de transbordo no DF, mas alguns locais já estão sendo indicados para essa finalidade. Ainda é necessário que seja expedido um licenciamento ambiental para que as obras dos transbordos comecem”, explicou.
Segundo a pasta, a liderança do consórcio perante o SLU é  representada pela empresa Gae Construção & Comércio Ltda. “A execução acontece de forma indireta, sob o regime de empreitada por preços unitários, conforme estabelecido no Edital”,  afirma.
O SLU ainda não possui orçamento referente as obras que devem ser realizadas para a recuperação da área utilizada como lixão durante todos esses anos. “Somente após o fechamento do lixão, será feito um estudo para a recuperação da área e os custos necessários para isso serão definidos”, afirmou.
O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) explicou que a Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Prodema) ajuizou, na década de 1990, uma ação civil pública para que o Lixão da Estrutural fosse fechado e  seus danos ambientais remediados. A ação foi julgada procedente e a decisão se tornou definitiva em 2007.
“Apesar dos esforços do MPDFT, o lixão ainda está em funcionamento, já que sem a implantação do aterro não há onde depositar as mais de 4,4 toneladas de lixo geradas por dia”, esclarece.  “A Prodema já se reuniu  para reiterar a responsabilidade do governo de implementar o novo aterro e fechar o Lixão da Estrutural o quanto antes”.
Memória
Em setembro, a entrega das obras do Aterro Sanitário de Samambaia, prevista para agosto do ano passado, foi adiada para outubro e, depois, para dezembro. Na ocasião, o diretor-adjunto do SLU, Hamilton Ribeiro, disse que o Tribunal de Contas suspendeu o contrato da empresa que faria a escavação para o aterro.
Saiba mais
O prazo para extinção dos lixões foi determinado pela Lei Nacional de Resíduos Sólidos em agosto de 2010, com limite de quatro anos para ser cumprido.
Segundo a legislação, todas as cidades devem se adequar às regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que determina ações como a extinção dos lixões do País, além da implantação da reciclagem, reuso, compostagem, tratamento do lixo e coleta seletiva.
A determinação para a extinção do Lixão da Estrutural, porém, é anterior à instaurada pela PNRS, datada de 2007.
Para que o Aterro de Samambaia seja construído, o empreendimento precisa de licenciamentos ambientais, segundo especialistas. Um estudo deveria ser mostrado em audiência pública para a população.
Por: Ludmila Rocha
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
http://apoliticaeopoder.com.br/desativacao-do-lixao-da-estrutural-bomba-pode-estourar-a-qualquer-momento/
Foto do Duda
"Vergonha nacional. Uma feira tão boa quanto à da Estrutural/DF, mas de uma imundice total. E todo este desmando de sujeira é em função do descaso dos feirantes que não tem zelo do seu ambiente de trabalhos, de onde eles tiram o seu sustento de cada dia. Os mesmo não se dão o luxo de prezarem pela conservação ambiental, no lugar onde fornece todos os tipos de produtos e alimentos consumidos pela comunidade, tanto da Cidade Estrutural/DF, quanto por outras pessoas que vem de fora fazerem compras ou até visitando a cidade.

É impossível falar mal dos administradores da feira ou dos administradores da cidade, se os feirante não estão preocupado com seu ambiente trabalha, a não ser terem o cuidado ou a intenção de apenas ganhar dinheiro e não levarem em conta o alimentos e produtos fornecidos à comunidade. Palavras do dudareporter@gmail.com no que diz respeito ao descaso dos feirantes com o seu ambiente de trabalho e em especial com os consumidores dos produtos e alimentos fornecidos para toda comunidade e região."


Por: Adoaldo Dias "Duda"
Na via Estrutural, uma das rodovias com maior fluxo no DF, cavalos invadiram a pista na noite do último dia (1º). Para evitar acidentes, motoristas tiveram que diminuir a velocidade e quase parar.


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