Kadosh
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Adoaldo Dias "Duda"

 "A Cidade Estrutural nunca teve Administração e sim um pretexto para "cabide de emprego" Se tivesse uma Administração, certamente ela não seria tão desgovernada, a ponto de ser toda invadida pela oposição de Agnelo Queiroz. Oposição esta, que se denomina através da Gangue de Eliana Pedrosa e companha da herança maldita do José Roberto Arruda, governo quando governador da época.

Mas Eliana e assessoria da Herança Maldita, adentrou na Cidade Estrutural, justamente por que não tinha uma Administração séria, que pensasse no bem estar social da comunidade e sim em benefícios políticos, que não levaram à cidade a lugar algum, sem que não fosse caos da desgovernabilidade, por pura incompetência de pessoas despreparadas para ocupar função e desenvolver atividade que não eram do Oficio de quem estava no comando; já que a pessoa indicada não era um administrador ou administradora e acima de tudo não foi indicada pela comunidade e sim pelo governo.

Infelizmente a gangue da Herança maldita não está errada de querer tomar a força a Administração da cidade, justamente porque não tinha se que uma defesa em favor da Adinistradora, sem que fosse esposo a segurava na condição de Deputado Federal e Presidente do PT/DF. Um absurdo aberração absurda e imoral, já que a preocupação do então deputado, não beneficiar a comunidade com feitos a bem dela e sim manter a esposa no cargo de administradora, em virtude do salário ser bem considerável, já que ganhar um salário de 15 a 20 mil reais todos os meses, não é para qualquer um.

 Mas em razão da Administradora ser mulher de um Deputado Suplente da Câmara Federal, isto foi possível, já que a Administradora não foi bem aceita pela comunidade, por ser apenas uma professora da Fundação Educacional do Distrito Federal."

Palavras de desabafo de Adoaldo Dias (Duda)
Fonte: Rede social

Estrutural On Line
Menos 6 mil empregos comissionados na estrutura do GDF a partir de 2015

Rodrigo Rollemberg (PSB) terá trabalho — ou pelo menos muito desgaste — para cumprir uma de suas principais promessas de campanha: a redução de 60% dos cargos comissionados sem vínculo com o Governo do Distrito Federal (GDF). A meta está incluída no plano de governo do socialista. Em alguns casos, como nas administrações do Varjão e do Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA), que são totalmente formadas por indicações políticas, a medida significará a extinção completa dos órgãos. Depois das eleições, Agnelo Queiroz (PT) começou uma redução e diminuiu os atuais 17.515 cargos em comissão para 16.742. A maior fatia continuará nas mãos do próximo governador. E, para conseguir alcançar a meta planejada, Rollemberg precisará exonerar da máquina pública 6.408 servidores em comissão.

Hoje, o governo sustenta aproximadamente 9.155 cargos em comissão sem vínculo com a administração pública. O percentual equivale a 52,27% do total de 17.515 cargos em comissão. Ou seja, mais da metade dos postos destinados a funções de chefia, direção e assessoramento são ocupados por pessoas que trabalham no Executivo, mas não fizeram concurso público. Em geral, estão na vaga por indicação de um político. A Secretaria da Região Metropolitana, por exemplo, tem 98,18% dos cargos em comissão ocupados por servidores sem vínculo com o GDF. Dos 55 servidores, 54 chegaram por apadrinhamento. Na Secretaria do Idoso, a situação também é crítica. Dos 64 cargos à disposição na pasta, 61 foram entregues aos deputados e secretários de Estado para que escolhessem alguém de confiança. O mesmo que 98,39% do total.

A equipe de transição de Rodrigo Rollemberg sabe do desafio para cumprir o compromisso de reduzir esse quadro. Segundo o coordenador-geral da transição, Hélio Doyle, serão necessários alguns meses para mudar a cara da estrutura governamental. Além disso, para Doyle, as mudanças que o atual governo está realizando na estrutura de servidores comissionados dificultarão o trabalho de Rollemberg. “Nosso ponto de referência quanto a isso serão os números da campanha, de 10 mil servidores de livre provimento, porque o governo está bagunçando os cargos. Demitindo uns, promovendo outros, como uma espécie de prêmio, e extinguindo cargos, o que será ruim para nós”, criticou, ao afirmar que o melhor para Rollemberg seria ter os cargos livres para, a partir daí, decidir se os extingue ou não.

Ainda mais! o ex-chefe de gabinete da Socorro Torquato Fagundes do PT , Valcir Costa não gostou nadinha da postura do futuro governador e manifestou contra o Rodrigo Roullemberg nas redes sociais:

Veja a exclamação do ex-chefe de gabinete.

Em defesa dos direitos já conquistados por todos os moradores de nossa Cidade Estrutural.
Vamos pras ruas e redes sociais, defender e moralizar o pouco que conquistamos. A Cidade Estrutural não deve voltar para as mãos da Administração do Guará.
Ao contrario da autonomia e escolha de um dos moradores para Administrar a Cidade Estrutural. A proposta de transição é que podemos perder tudo que conquistamos, foi muito sacrifício chegar até aqui, as pessoas precisão estar unidos e não permite que isso aconteça.
Defendo o revesamento de quem vai Administrar mais acabar é um retrocesso.

Fonte: Correio Braziliense

Correio/Brasiliense Cidades 02/12/2014

Rodrigo Rollemberg (PSB) terá trabalho — ou pelo menos muito desgaste — para cumprir uma de suas principais promessas de campanha:
A redução de 60% dos cargos comissionados sem vínculo com o Governo do Distrito Federal (GDF). A meta está incluída no plano de governo do socialista.
Em alguns casos, como nas administrações do Varjão e do Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA), que são totalmente formadas por indicações políticas, a medida significará a extinção completa dos órgãos.
Menos 6 mil empregos comissionados na estrutura do GDF a partir de 2015.
Para cumprir compromisso de campanha eleitoral, previsto no plano de governo, Rodrigo Rollemberg vai cortar 60% dos cargos hoje ocupados por servidores nomeados sem concurso público
Rollemberg: equipe de transição estuda a estrutura das secretarias e administrações, para definir prioridades
Rodrigo Rollemberg (PSB) terá trabalho — ou pelo menos muito desgaste — para cumprir uma de suas principais promessas de campanha: a redução de 60% dos cargos comissionados sem vínculo com o Governo do Distrito Federal (GDF). A meta está incluída no plano de governo do socialista. Em alguns casos, como nas administrações do Varjão e do Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA), que são totalmente formadas por indicações políticas, a medida significará a extinção completa dos órgãos. Depois das eleições, Agnelo Queiroz (PT) começou uma redução e diminuiu os atuais 17.515 cargos em comissão para 16.742. A maior fatia continuará nas mãos do próximo governador. E, para conseguir alcançar a meta planejada, Rollemberg precisará exonerar da máquina pública 6.408 servidores em comissão.
Hoje, o governo sustenta aproximadamente 9.155 cargos em comissão sem vínculo com a administração pública. O percentual equivale a 52,27% do total de 17.515 cargos em comissão. Ou seja, mais da metade dos postos destinados a funções de chefia, direção e assessoramento são ocupados por pessoas que trabalham no Executivo, mas não fizeram concurso público. Em geral, estão na vaga por indicação de um político. A Secretaria da Região Metropolitana, por exemplo, tem 98,18% dos cargos em comissão ocupados por servidores sem vínculo com o GDF. Dos 55 servidores, 54 chegaram por apadrinhamento. Na Secretaria do Idoso, a situação também é crítica. Dos 64 cargos à disposição na pasta, 61 foram entregues aos deputados e secretários de Estado para que escolhessem alguém de confiança. O mesmo que 98,39% do total.
A equipe de transição de Rodrigo Rollemberg sabe do desafio para cumprir o compromisso de reduzir esse quadro. Segundo o coordenador-geral da transição, Hélio Doyle, serão necessários alguns meses para mudar a cara da estrutura governamental. Além disso, para Doyle, as mudanças que o atual governo está realizando na estrutura de servidores comissionados dificultarão o trabalho de Rollemberg. “Nosso ponto de referência quanto a isso serão os números da campanha, de 10 mil servidores de livre provimento, porque o governo está bagunçando os cargos. Demitindo uns, promovendo outros, como uma espécie de prêmio, e extinguindo cargos, o que será ruim para nós”, criticou, ao afirmar que o melhor para Rollemberg seria ter os cargos livres para, a partir daí, decidir se os extingue ou não.


Fonte: Facebook


http://rodrigoabreupdt.blogspot.com.br/2014/12/administracao-da-cidade-estrutural-pode.html
Policiais militares integrantes do 4º Batalhão de Polícia Militar (CPU 24 apoiado pelo Grupo Tático Operacional 24 Alfa e Bravo, Grupamento Tático Motociclístico e outras equipes de área do 4º Batalhão) e do Grupo Tático Ambiental do BPMA, foram até a quadra 4, conjunto 7, Setor Norte da Cidade Estrutural, por volta de 1h30 de hoje (29), averiguarem um festa ocorrendo no local.

Chegando lá, os policiais militares abordaram cerca de 130 pessoas entre maiores e menores de idade. Os resultados das abordagens foram quatro armas de fogo localizadas (uma pistola . 40 com sete munições, um revólver calibre 357 com seis munições, um revólver calibre 38 com cinco munições e um revólver calibre 32), além de vinte e seis porções de maconha, dezoito porções de cocaína e quinze pedras de crack. Também foram apreendidas treze latas de respingo para solda.



Foram conduzidas à 1ª Delegacia de Polícia e a Delegacia da Criança e do Adolescente oitenta e três pessoas. Duas pessoas foram autuadas por porte ilegal de arma de fogo.

Os policiais que participaram da ação foram o aspirante Márcio Carvalho, aspirante Sabino e soldado Brasil.

Apoio: GTOp 24 Alfa (comandado pelo sargento Estevão), GTOp 24 Bravo (comandado pelo cabo Ortiz), GTM 24 (comandado pelo sargento Francimar), viatura Estrutural 01 (Sgt W. Gomes), viatura Estrutural 02 (Sgt Rondson), viatura SIA (Sgt Leandro), viatura Guará (Sgt Paulo Pereira), GTA Alfa (Sgt Ignácio), GTA Bravo (Sgt L. Carlos).




Escrito por Geovani Carvalho
Fonte: Policia Militar do Distrito Federal

http://www.pmdf.df.gov.br/site/index.php/noticias/ocorrencias/4661-policia-militar-apreende-quatro-armas-de-fogo-e-drogas-na-estrutural
Profissionais suspenderam marcação de primeiras consultas e cirurgias eletivas, entre outras medidas
A equipe técnica da Unidade Cirúrgica do Hospital de Base do DF  (HBDF)  declarou, por meio de um documento enviado à Secretaria de Saúde,   que adotará medidas de contingenciamento no atendimento, em função do estado calamitoso enfrentado pelo hospital. Estão suspensas as marcações das primeiras consultas – inclusive na ala oncológica – cirurgias eletivas e o recebimento  de pacientes vindos de outros hospitais. Somente os que necessitarem de cirurgias de urgência serão atendidos. Os demais precisarão ser redirecionados para outras unidades.
No documento enviado à Secretária de Saúde, os responsáveis técnicos das unidades de Terapia Intensiva (UTIs)  descrevem a situação   em que o hospital se encontra: “Há falta de quase tudo: medicamentos básicos, antibióticos, quimioterápicos, analgésicos,  insumos de centro cirúrgico como gazes e compressas, e a maioria dos exames laboratoriais”.
A equipe alega que o desabastecimento compromete a segurança e coloca em risco a vida dos pacientes. Por isso, de acordo com eles, não será mais possível garantir a assistência básica aos internados nas UTIs. “Até que a situação seja normalizada, manteremos medidas de contingenciamento”, afirmam.
Desabafo
Um clínico-geral  confirma que faltam medicamentos básicos no maior hospital público do DF: “Faltam Dipirona, Plasil e até gaze”. Segundo ele,   há apenas uma ambulância disponível. “Em função da falta de material e condições de trabalho, as consultas na clínica médica também devem ser suspensas em breve”, acredita.  “Os pacientes muitas vezes culpam os médicos, dizem que não queremos atender, mas atendimentos nessas condições se tornam um risco”, justifica.
Ele  lembra   que, há algumas semanas, a equipe médica e os acompanhantes dos pacientes ficaram sem receber alimentação. “Essa situação felizmente foi normalizada, mas os problemas atuais são tão preocupantes quanto”, acredita.
Falta até esparadrapo para curativo
A comerciante Edinalva do Nascimento,   65 anos, conta que faltou até esparadrapo para  um curativo em seu pé. “Cheguei a falar com o coordenador do setor, mas ele disse que não podia fazer nada e confirmou que está faltando material. Está todo mundo reclamando lá dentro”, conta.
Itamar da Silva, catador, de 52 anos, acompanha o filho, de 14. O garoto aguarda uma cirurgia   há cinco dias. “Ele teve o braço engessado e   a cirurgia  já foi adiada várias vezes. Eles não dão justificativa. Enquanto isso, ele permanece em jejum, já que pode ser a qualquer momento”, reclama.
Procurada, a Secretaria de Saúde   informou apenas que “nenhum serviço deixará de ser prestado. Medidas sobre o documento apresentado já estão sendo tomadas”.
Para o presidente do Sindicato dos Médicos, Gutemberg Fialho, problemas no planejamento estratégico governamental  ocasionaram tal situação. “A crise na saúde do DF já ocorre há algum tempo e não se restringe ao Hospital de Base”, assegura.  “Só esperamos que a população entenda que os médicos não podem ser responsabilizados por problemas de gestão
Ludmila Rocha
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
http://apoliticaeopoder.com.br/hospital-de-base-enfrenta-situacao-precaria-e-suspende-servicos/
O pequeno Miguel, de apenas cinco anos, teve uma bela surpresa na tarde de ontem (14). O menino, que é morador da Cidade Estrutural, sempre pede para sua mãe para cumprimentar os policias militares que passam pela rua. Em uma das conversas com a equipe do policiamento ostensivo do 4º BPM, Miguel comentou que o sonho dele é crescer, se tornar policial militar e ter uma viatura.

Sensibilizados com o carinho do menino pela PMDF, os policiais se juntaram e compraram uma viatura de brinquedo para o garoto. Durante a entrega, o pequeno ficou muito feliz e ainda mais admirado. O soldado Judson, que participou da entrega, resumiu a sensação de alegrar a criança: "Ver isso, não tem preço. Ficamos ainda mais motivados para realizar o nosso trabalho da melhor forma", enfatizou.

Polícia militar do Distrito Federal
Muito mais que segurança
Fonte:PMDF
http://www.pmdf.df.gov.br/site/index.php/noticias/noticias-institucionais/4530-fa-mirim-da-pm-ganha-viatura-de-brinquedo-de-policiais-na-estrural
Um adolescente foi apreendido pelos atos infracionais análogos aos crimes de porte ilegal de arma de fogo, disparo em via pública e posse e porte de entorpecente.

O fato ocorreu da noite (6), após uma equipe do Grupo Tático Operacional do 4º Batalhão (Gtop 24) receber informações sobre alguns disparos de arma de fogo efetuado na quadra 4 do Setor Leste da cidade Estrutural.

No local, os policiais localizaram o suspeito. Na abordagem, foram encontrados com o menor de idade um revólver calibre 38 com três munições deflagradas, uma balança de precisão e drogas.

Ele foi encaminhado à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) para registro.
Policiais que integram a equipe Bravo do Gtop 24: sargento Garcia, cabo Nilson e Soldados F. Santiago e Parreão, apoiados pela equipe Alfa:sargento Nunes Neto e soldados Tulio e Ribeiro.

Escrito por Anderson Assunção

Fonte: http://www.pmdf.df.gov.br/site/index.php/noticias/ocorrencias/4461-gtop-24-jovem-e-apreendido-na-cidade-estrutural
Os municípios poderão ter mais dois anos e contar com recursos federais para se adaptarem à Política Nacional de Resíduos Sólidos, a lei que, entre outras mudanças, prevê o fim dos lixões. A decisão foi anunciada na noite de quarta-feira (29) pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR) durante o debate da Medida Provisória (MP) 651/2014.

A medida trata de questões tributárias, mas veio da Câmara dos Deputados para o Senado com um artigo que joga de agosto deste ano para agosto de 2018 o prazo para os municípios cumprirem a legislação aprovada em julho de 2010, depois de tramitar no Congresso por 21 anos. Embora a MP tenha sido aprovada pelos senadores, o líder do governo, José Pimentel (PT-CE), avisou que a presidente Dilma Rousseff está decidida a vetar o artigo no momento de transformar o projeto em lei (sanção).
Segundo Jucá, o governo vai aproveitar a tramitação da Medida Provisória (MP) 656/2014, que trata de contribuições ao PIS/Pasep e da Cofins, para mudar as regras de adaptação dos municípios, inserindo ali um novo artigo para compensar o veto da presidente ao adiamento por quatro anos, tempo considerado muito longo para um país que precisa urgentemente resolver o problema dos lixões.
O adiamento em dois anos, associado à ajuda orçamentária, é uma solução para contemplar as reivindicações dos municípios que afirmam não terem condições de cumprir o que determina a Lei 12.305/2010, conforme uma pesquisa divulgada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). A maioria dos municípios não instalou ou tem dificuldades em instalar aterros sanitários para a destinação adequada dos resíduos sólidos.
Palestra - Para facilitar a compreensão e esclarecer as dúvidas sobre a legislação que trata da destinação do lixo, o biólogo e consultor legislativo do Senado na área de Meio Ambiente Joaquim Maia Neto fará,  a partir das 10h desta quinta-feira (30), palestra no Miniauditório do Interlegis. Promovido pelo Núcleo de Ações Socioambientais (NCAS), o evento está inserido na programação das comemorações da Semana do Servidor.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), só em 2013, das 76,3 milhões de toneladas de resíduos produzidos pela população, aproximadamente 32 milhões (42%) foram enviados para destinos inapropriados. (Agencia Senado)
O crime aconteceu por volta das 12h desta terça-feira (28), no Conjunto 3 do setor de oficinas da Estrutural (DF). Dois jovens de 17 anos foram atingidos na cabeça por disparos de arma de fogo. Uma das vítimas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Por respeito as famílias, não postamos as imagens das vítimas sem censura.

Por: F.G
Estrutural On line
Moradores da Cidade Estrutural, no Distrito Federal, bloquearam uma via na quadra do Setor Oeste e atearam fogo em pneus, galhos e entulho na tarde desta quarta-feira (22), em protesto contra a passagem de caminhões de lixo no local. O grupo tentava bloquear o acesso dos veículos que seguem rumo ao lixão do DF. O dono de uma loja de material de construção ao lado do protesto foi preso, suspeito de atear fogo a pilha de objetos.

Os moradores afirmam que a rua não faz parte do roteiro usual dos caminhões, mas começou a ser usada como atalho. Eles também dizem que os veículos levantam muita poeira e deixam uma trilha de lixo e entulho por onde passam, além do mau cheiro.
Um funcionário da administração regional da Estrutural, que não quis ser identificado, reconheceu que a rua bloqueada não deveria estar no roteiro dos caminhões de lixo, mas disse que a população não pode “agir por conta própria”.
A rua foi bloqueada por volta das 14h. Os moradores atearam fogo uma hora após o início do protesto. Policiais militares do 4º Batalhão (Guará) foram acionados para monitorar o ato, mas não houve conflito no local.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar as chamas, mas até as 17h30 não havia chegado ao local. O fogo foi apagado por um caminhão tanque da Valor Ambiental, empresa contratada pelo GDF para retirada de entulho. A companhia foi chamada pela administração regional, que também levou uma máquina ao local para desobstruir a via.
A mulher do homem que foi preso, Laudicéia Martins, de 25 anos, afirma que o marido estava trabalhando no momento da prisão e que a PM agiu de forma arbitrária. “A gente estava descarregando um caminhão na rua ao lado. Acharam um galão de óleo vazio aqui dentro da loja e falaram que tinha sido ele. A gente não tem nada a ver com isso”, afirmou.
Série de protestos
A manifestação desta terça foi a segunda em menos de uma semana. Na última sexta (17), moradores de outra rua na Estrutural também fizeram bloqueios para forçar os motoristas da coleta de lixo a transitarem pelas rotas determinadas pelo governo.
Na ocasião, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) disse ao G1 que havia descumprimento dos motoristas, e que a rota pela quadra 12 na Estrutural já tinha sido retomada. Os moradores da região se reuniram com o GDF no mesmo dia, mas saíram do local sem a garantia de que o problema seria resolvido.
Mateus Rodrigues Do G1 DF

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